Eduardo Braide dispara na Baixada e no Litoral Maranhense - e não é por acaso





O crescimento do nome de Eduardo Braide em todas as cidades da Baixada e do Litoral Norte Maranhense não é coincidência. É reação. É resposta. É o grito de uma população cansada do abandono. 

A Baixada e o Litoral vivem há décadas reféns da falta de infraestrutura, da ineficiência administrativa e da ausência de compromisso real com o povo. Estradas destruídas dificultam o ir e vir de trabalhadores, produtores e estudantes. Comunidades inteiras permanecem isoladas no período chuvoso, enquanto o discurso oficial insiste em dizer que está tudo sob controle.

E o que dizer das filas gigantescas e desumanas nos ferry-boats? Familias madrugam para garantir vaga. Empresarios sofrem prejuísos com suas mercadorias em cima de caminhões, que ficam horas em filas imensas esperando vaga nas embarcações.  Pacientes que precisam de atendimento médico enfrentam um verdadeiro teste de resistência. Isso não é apenas problema logístico — é falta de respeito.

Na educação, a realidade também dói. Estruturas precárias, falta de professores, escarces na alimentação escolar, falta de investimentos e ausência de planejamento comprometem o futuro de uma geração inteira. O discurso é bonito, mas a prática não acompanha.

É nesse cenário que o nome de Eduardo Braide cresce. Cresce porque a população compara. Cresce porque as pessoas querem gestão que funcione, querem organização, querem resultado concreto. Não se trata apenas de política — trata-se de dignidade.

A Baixada e o Litoral Maranhense estão dando um recado claro: o povo cansou de esperar. Cansou de promessas repetidas. Cansou de desculpas.

O avanço de Braide na região é, acima de tudo, um sinal de que a população quer mudança. E quando o povo decide mudar, a política é obrigada a ouvir.

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